Estou num país totalmente atrasado que está mergulhado numa profunda crise económica e política desde o passado dia 23 de Março. Mas a que se deveu esta crise? Sempre fomos uma nação mal habituada, gastamos sempre mais do que aquilo que possuíamos, desta forma, recorremos a empréstimos que acumulam juros elevadíssimos! A culpa não é do Senhor Primeiro Ministro de todo. Assistimos a uma época de prosperiedade, com uma balança comercial positiva, mas a certa altura, candidatou-se Aníbal Cavaco Silva para primeiro ministro. Neste mandato, a balança comercial tornou-se negativa, porém o consumo aumentou e, por conseguinte, Portugal socorreu a empréstimos para sustentar as suas despesas. E estes foram-se acumulando, arrastando consigo juros!
Regressamos a 2005, o ano em que o engenheiro José Sócrates assumiu o mandato. É verdade que cometeu alguns erros como o Caso Freeport que representa, de facto, a elevada corrupção deste país.No entanto, procurou desenvolver a qualidade de vida de toda a população, diminuindo, assim os contrastes sociais, investindo acérrimamente no sector da saúde, do ensino (reconstrução das escolas), das obras públicas e, mesmo, na construção de aerogeradores. Além disso, 3% do PIB é aplicado na reestruturação do país e a escolarização também aumentou. Por outro lado, o engenheiro devia de ter criado novos postos trabalhos para diminuir o desemprego e aumentar os lucros do país. Mas onde se encontra o capital necessário para tal com uma dívida tão elevada? Por isso, só pretendo alertar os portugueses de que José Sócrates teve um bom desempenho.
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Portugal continua numa situação desastrosa e como tal, José Sócrates e os elementos socialistas cria o novo PEC 4 (Plano de Estabilidade e Crescimento) que ditava maioriatariamente medidas de austeridade, mas este foi chumbado pela oposição. Porquê? De facto, são necessárias medidas fortes para melhorar a situação do país e para nos descolarmos dos maus hábitos de consumismo criados. Ia custar a todos os portugueses... mas temos de contribuir para a resolução desta situação. Contudo, a oposição repleta de altivez, egocentrismo e corrupção chumbou o trabalho do primeiro ministro o que levou à sua demissão e a uma crise política. De facto, a oposição não está preocupada com a nação mas sim com o poder! Tudo isto ocorreu na altura errada já que o senhor primeiro Ministro iria estar presente em Bruxelas no dia seguinte e sempre lutou pela nação visto que não recorreu a ajuda externa para conservar a nossa reputação,para o FMI não intervir pois as medidas iriam ser extremamente dolorosas e, finalmente, tinha-se comprometido com a UE a reduzir o défice para 4% até 2013! No entanto, todos estes planos desvanesceram com a demissão de Sócrates. Além disso, com a instalação desta crise política, as câmaras deixaram de receber o seu capital e desta forma, as actividades ligadas à construção civil e ao desenvolvimento pararão! Agora estou completamente perdida, tanto eu como os portugueses. Mas confio em José Sócrates e anseio pelo dia 29 de Maio ou 4 de Junho para que este conquiste mais uma vitória no Governo. Caso contrário, não encontro mais nenhum político que consiga resolver a situação. O Pedro Passos Coelho? Não vou comportar-me licenciosamente, por isso, vou omitir a minha opinião acerca desta personagem. Não encontro ninguém melhor!
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Fraternidade, igualdade de todos os cidadãos!
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